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	<title>Comentários sobre: No coração do latifúndio, uma estaca quebrada</title>
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	<link>http://www.apublica.org/2012/08/coracao-latifundio-uma-estaca-quebrada/</link>
	<description>AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 May 2013 20:44:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Jefferson Pinheiro</title>
		<link>http://www.apublica.org/2012/08/coracao-latifundio-uma-estaca-quebrada/#comment-1862</link>
		<dc:creator>Jefferson Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 17:56:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Macarena,

É por estas pessoas que lutam e resistem que precisamos contar tantas coisas ruins que lhes acontecem. Você, que está dentro, pode afirmar o que nós, que estamos fora, concluímos nestas andanças pelo pampa e pelos gabinetes: a reforma agrária é feita para não dar certo. Se em alguns casos dá certo é porque pessoas se superaram, extrapolando limites de crença e resistência. Nem tudo o que ouvimos acabou entrando na matéria, porque senão ela seria um livro, mas em relação ao risco do Incra ser extinto, esta foi a resposta do superintendente Roberto Ramos: “Isto está fora do horizonte. A manutenção do Incra já não é uma decisão só de um governo. O Incra tem no seu patrimônio pessoas assentadas, que tem contratos com o Incra. O Incra tem 10 a 15% de todo o território produtivo, que é patrimônio do Incra. Não tem nem como extinguir o Incra. Pode mudar de função, ser priorizado uma coisa ou outra. E mudar de nome não significa nada. Então o Incra tem responsabilidade com um milhão de famílias e não é o governo que vai dizer que terminou a responsabilidade. Eu tenho contratos assinados, todos os estados têm. A própria relação jurídica entre o beneficiário e o Incra não é de uma hora para outra que se acaba. Vamos passar para alguém administrar? Vamos passar para a SPU, com 10 servidores no estado? Quando tu começa a analisar isso tu vê que o Incra é o órgão mais capaz e melhor para continuar fazendo isso. Pode reduzir o numero de famílias assentadas, mudar o foco, mas é o Incra que tem know-how para fazer, que tem conhecimento, história, que tem reconhecimento.”  Um abraço, Macarena. E força pra você e seus colegas neste trabalho tão importante que tentam realizar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Macarena,</p>
<p>É por estas pessoas que lutam e resistem que precisamos contar tantas coisas ruins que lhes acontecem. Você, que está dentro, pode afirmar o que nós, que estamos fora, concluímos nestas andanças pelo pampa e pelos gabinetes: a reforma agrária é feita para não dar certo. Se em alguns casos dá certo é porque pessoas se superaram, extrapolando limites de crença e resistência. Nem tudo o que ouvimos acabou entrando na matéria, porque senão ela seria um livro, mas em relação ao risco do Incra ser extinto, esta foi a resposta do superintendente Roberto Ramos: “Isto está fora do horizonte. A manutenção do Incra já não é uma decisão só de um governo. O Incra tem no seu patrimônio pessoas assentadas, que tem contratos com o Incra. O Incra tem 10 a 15% de todo o território produtivo, que é patrimônio do Incra. Não tem nem como extinguir o Incra. Pode mudar de função, ser priorizado uma coisa ou outra. E mudar de nome não significa nada. Então o Incra tem responsabilidade com um milhão de famílias e não é o governo que vai dizer que terminou a responsabilidade. Eu tenho contratos assinados, todos os estados têm. A própria relação jurídica entre o beneficiário e o Incra não é de uma hora para outra que se acaba. Vamos passar para alguém administrar? Vamos passar para a SPU, com 10 servidores no estado? Quando tu começa a analisar isso tu vê que o Incra é o órgão mais capaz e melhor para continuar fazendo isso. Pode reduzir o numero de famílias assentadas, mudar o foco, mas é o Incra que tem know-how para fazer, que tem conhecimento, história, que tem reconhecimento.”  Um abraço, Macarena. E força pra você e seus colegas neste trabalho tão importante que tentam realizar.</p>
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		<title>Por: André de Oliveira</title>
		<link>http://www.apublica.org/2012/08/coracao-latifundio-uma-estaca-quebrada/#comment-1842</link>
		<dc:creator>André de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 17:21:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Macarena,
Na reportagem não há intenção nenhuma em formar opinião pelo desmonte do Incra. Esse, inclusive, é um boato que pessoas próximas ao Instituto, como você, têm escutado em conversas e debates sobre os rumos da Reforma Agrária no país. Não caberia a essa reportagem investigar esse tipo de especulação. Afinal, mesmo que se modifique uma estrutura estatal, não há como extinguí-la, pelo número de famílias brasileiras que são beneficiárias desse serviço.
Agora, o seu próprio comentário e o que nós constatamos são gerados pelos fatos. E sabemos muito bem que responsabilidades existem e elas devem ser levantadas em qualquer investigação que se faça a sério sobre uma política pública. E o que mais se observa no caso de São Gabriel são irresponsabilidades, não só do Incra. Mas o Instituto é, ainda, o executor direto da Reforma Agrária, não há como fugir disso. Se prometeu R$ 60 milhões para os assentamentos da região.
Sobre os mais de cima: ontem deixamos o vídeo que acompanha essa reportagem à disposição da TV Brasil, para ser exibido no quadro Outro Olhar, que é o espaço de participação cidadã no telejornal da emissora (Repórter Brasil). Pois bem, não consegui acompanhar se o material foi ou não para o ar, mas gostaria de compartilhar o que ouvi da jornalista que estava reeditando o vídeo para entrar na quadro do programa. Ela me disse que foram consultar o Ministério do Desenvlvimento Agrário sobre a reportagem e se haveria resposta. A nota que o MDA emitiu à TV Brasil, segundo a jornalista, se resumiu a informar que os assentados de São Gabriel começarão a fazer parte do Programa Brasil Sem Miséria, que é uma articulação de vários órgãos e ministérios governamentais - justamente a crítica que você coloca. Só isso, Macarena. Entretanto, deixo a questão para os leitores também: será que é esse tipo de assitência que os assentados esperam receber depois desses anos todos? Não foi para sair da miséria que muitos deles acreditaram no valor da terra como um bem que poderia nutrir melhor suas famílias - e não só de alimentos, mais de justiça, dignidade e harmonia com a sociedade? A agricultura familiar é ou não um interesse nacional a ser defendido e valorizado?
Macarena, vamos continuar &quot;provocando os corredores das relações&quot;, junto com você, que faz um trabalho tão importante e tem um olhar tão bonito sobre a nossa gente do campo. Estamos escutando de muitos que leram a reportagem que era preciso falar abertamente sobre esses problemas. Tentamos colaborar com o nosso trabalho e acreditamos que ele pode ser mais um documento a validar a importância de se efetivar no Brasil uma Reforma Agrária popular e de massas. Obrigado pelo comentário e por compartilhar nossas informações!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Macarena,<br />
Na reportagem não há intenção nenhuma em formar opinião pelo desmonte do Incra. Esse, inclusive, é um boato que pessoas próximas ao Instituto, como você, têm escutado em conversas e debates sobre os rumos da Reforma Agrária no país. Não caberia a essa reportagem investigar esse tipo de especulação. Afinal, mesmo que se modifique uma estrutura estatal, não há como extinguí-la, pelo número de famílias brasileiras que são beneficiárias desse serviço.<br />
Agora, o seu próprio comentário e o que nós constatamos são gerados pelos fatos. E sabemos muito bem que responsabilidades existem e elas devem ser levantadas em qualquer investigação que se faça a sério sobre uma política pública. E o que mais se observa no caso de São Gabriel são irresponsabilidades, não só do Incra. Mas o Instituto é, ainda, o executor direto da Reforma Agrária, não há como fugir disso. Se prometeu R$ 60 milhões para os assentamentos da região.<br />
Sobre os mais de cima: ontem deixamos o vídeo que acompanha essa reportagem à disposição da TV Brasil, para ser exibido no quadro Outro Olhar, que é o espaço de participação cidadã no telejornal da emissora (Repórter Brasil). Pois bem, não consegui acompanhar se o material foi ou não para o ar, mas gostaria de compartilhar o que ouvi da jornalista que estava reeditando o vídeo para entrar na quadro do programa. Ela me disse que foram consultar o Ministério do Desenvlvimento Agrário sobre a reportagem e se haveria resposta. A nota que o MDA emitiu à TV Brasil, segundo a jornalista, se resumiu a informar que os assentados de São Gabriel começarão a fazer parte do Programa Brasil Sem Miséria, que é uma articulação de vários órgãos e ministérios governamentais &#8211; justamente a crítica que você coloca. Só isso, Macarena. Entretanto, deixo a questão para os leitores também: será que é esse tipo de assitência que os assentados esperam receber depois desses anos todos? Não foi para sair da miséria que muitos deles acreditaram no valor da terra como um bem que poderia nutrir melhor suas famílias &#8211; e não só de alimentos, mais de justiça, dignidade e harmonia com a sociedade? A agricultura familiar é ou não um interesse nacional a ser defendido e valorizado?<br />
Macarena, vamos continuar &#8220;provocando os corredores das relações&#8221;, junto com você, que faz um trabalho tão importante e tem um olhar tão bonito sobre a nossa gente do campo. Estamos escutando de muitos que leram a reportagem que era preciso falar abertamente sobre esses problemas. Tentamos colaborar com o nosso trabalho e acreditamos que ele pode ser mais um documento a validar a importância de se efetivar no Brasil uma Reforma Agrária popular e de massas. Obrigado pelo comentário e por compartilhar nossas informações!</p>
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	<item>
		<title>Por: Macarena Rodriguez</title>
		<link>http://www.apublica.org/2012/08/coracao-latifundio-uma-estaca-quebrada/#comment-1841</link>
		<dc:creator>Macarena Rodriguez</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 01:09:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[


Do meu ponto de vista, é preciso ter cuidado quando formos
levantar os possíveis responsáveis por transformar essa realidade fria e dura. O
que eu estou entendendo é que esse é o quadro que se quer formar: O desmanche
do INCRA! Que já esteve em situações mais favoráveis. A briga é mais acima na
hierarquia do Estado. Estamos falando de Ministérios em pé de guerra que, se
reflete na inoperância do INCRA. O fato é que as funções exercidas pelo
Instituto até agora, tendem a ser pulverizadas entre os Ministérios se o INCRA
realmente for extinto, e eu fico me perguntando: Como é que vai ser??


Eu presto assistência técnica em São Gabriel (tento...) e
muitas vezes me senti parte de uma infantaria nessa batalha. Nós, técnicos,
somos contratados pelo INCRA pra trazer demandas e ajudar a construir novos
horizontes, mas não é assim que é. Se o INCRA não funciona, nós também não. E
se o INCRA, que é um nome só, não funciona, como vai ser se dois ou três nomes
não funcionarem? 


É... provavelmente o INCRA vai acabar. Precisamos correr na
diagonal desta Reforma Agrária que foi pensada pra não dar certo. E como diria
um Raul Seixas dessa vida: “A Reforma Agrária no Brasil é uma piada... de mau
gosto”.


A questão agrária é desagradável e debatê-la significa poder
enxergar mudanças. É preciso provocar mais e mais os corredores das relações.

O trabalho ficou muito bom! Salvo as partes ruins dessa Reforma Agrária, eu também vejo muitas coisas boas. Vejo o pampa sorrir porque antes era abandonado, solito nessa imensidão de terra...
Infelizmente muitas famílias foram embora, mas os que estão conseguindo resistir são vitoriosos, e como todos, com virtudes e defeitos, lutadores e lutadoras do nosso povo brasileiro!

]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Do meu ponto de vista, é preciso ter cuidado quando formos<br />
levantar os possíveis responsáveis por transformar essa realidade fria e dura. O<br />
que eu estou entendendo é que esse é o quadro que se quer formar: O desmanche<br />
do INCRA! Que já esteve em situações mais favoráveis. A briga é mais acima na<br />
hierarquia do Estado. Estamos falando de Ministérios em pé de guerra que, se<br />
reflete na inoperância do INCRA. O fato é que as funções exercidas pelo<br />
Instituto até agora, tendem a ser pulverizadas entre os Ministérios se o INCRA<br />
realmente for extinto, e eu fico me perguntando: Como é que vai ser??</p>
<p>Eu presto assistência técnica em São Gabriel (tento&#8230;) e<br />
muitas vezes me senti parte de uma infantaria nessa batalha. Nós, técnicos,<br />
somos contratados pelo INCRA pra trazer demandas e ajudar a construir novos<br />
horizontes, mas não é assim que é. Se o INCRA não funciona, nós também não. E<br />
se o INCRA, que é um nome só, não funciona, como vai ser se dois ou três nomes<br />
não funcionarem? </p>
<p>É&#8230; provavelmente o INCRA vai acabar. Precisamos correr na<br />
diagonal desta Reforma Agrária que foi pensada pra não dar certo. E como diria<br />
um Raul Seixas dessa vida: “A Reforma Agrária no Brasil é uma piada&#8230; de mau<br />
gosto”.</p>
<p>A questão agrária é desagradável e debatê-la significa poder<br />
enxergar mudanças. É preciso provocar mais e mais os corredores das relações.</p>
<p>O trabalho ficou muito bom! Salvo as partes ruins dessa Reforma Agrária, eu também vejo muitas coisas boas. Vejo o pampa sorrir porque antes era abandonado, solito nessa imensidão de terra&#8230;<br />
Infelizmente muitas famílias foram embora, mas os que estão conseguindo resistir são vitoriosos, e como todos, com virtudes e defeitos, lutadores e lutadoras do nosso povo brasileiro!</p>
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		<title>Por: André de Oliveira</title>
		<link>http://www.apublica.org/2012/08/coracao-latifundio-uma-estaca-quebrada/#comment-1836</link>
		<dc:creator>André de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 15:28:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jaqueline,
Estamos há 8 anos acompanhando e registrando os desafios dos acampados e assentados para que se efetive uma Reforma Agrária com justiça social e popular no País. Já produzimos outros vídeos sobre o tema, que podem ser acessados na página do YouTube de nossa Cooperativa (http://www.youtube.com/user/coletivocatarse). Esse é o segundo trabalho de fôlego que realizamos sobre a questão dos assentamentos e sabemos da difícil luta que é acessar a terra e torná-la um bem saudável aos agricultores, com prosperidade e em harmonia com a natureza. A Pública nos ofereceu mais uma possibilidade de nos debruçarmos sobre o tema. Nos empenhamos muito para que conseguissemos, com esse novo trabalho, dar conta de uma série de desafios que se impõe à sociedade para que se possa concretizar um projeto justo e solidário para as famílias assentadas. Saudamos teus comentários e temos para nós que vocês todos são verdadeiros guerreiros. Força na luta. Mesmo com todas essas dificuldades, é preciso acreditar. Obrigado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jaqueline,<br />
Estamos há 8 anos acompanhando e registrando os desafios dos acampados e assentados para que se efetive uma Reforma Agrária com justiça social e popular no País. Já produzimos outros vídeos sobre o tema, que podem ser acessados na página do YouTube de nossa Cooperativa (<a href="http://www.youtube.com/user/coletivocatarse" rel="nofollow">http://www.youtube.com/user/coletivocatarse</a>). Esse é o segundo trabalho de fôlego que realizamos sobre a questão dos assentamentos e sabemos da difícil luta que é acessar a terra e torná-la um bem saudável aos agricultores, com prosperidade e em harmonia com a natureza. A Pública nos ofereceu mais uma possibilidade de nos debruçarmos sobre o tema. Nos empenhamos muito para que conseguissemos, com esse novo trabalho, dar conta de uma série de desafios que se impõe à sociedade para que se possa concretizar um projeto justo e solidário para as famílias assentadas. Saudamos teus comentários e temos para nós que vocês todos são verdadeiros guerreiros. Força na luta. Mesmo com todas essas dificuldades, é preciso acreditar. Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jaqueline Silva</title>
		<link>http://www.apublica.org/2012/08/coracao-latifundio-uma-estaca-quebrada/#comment-1834</link>
		<dc:creator>Jaqueline Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 12:15:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://apublica.org/?p=2548#comment-1834</guid>
		<description><![CDATA[A terra sem recursos fianceiros não vale nada.
Venho de familia de assentados no Noroete de Minas Gerais e passei por quase tudo o que essas crianças estão passando hoje. Eu e meu irmão tínhamos que ficar em casa de parentes, pois do assentamento até a estrada eram mais de 10 km em cima de um cavalo. 
Hoje a situação melhorou bastante, não se é preciso mais ir as escolas da cidade, foram criadas escolas nos povoados mais próximos, porém a pobreza continua, é impossivel produzir sem recursos, e o emprego de técnicas agricolas inadequadas só tem piorado a situação. Só prosperaram no assentamento aqueles que partiram para a retirada ilegal de madeira.

Obrigada a Pública pelo acesso a informação que a grande mídia não mostra.

]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A terra sem recursos fianceiros não vale nada.<br />
Venho de familia de assentados no Noroete de Minas Gerais e passei por quase tudo o que essas crianças estão passando hoje. Eu e meu irmão tínhamos que ficar em casa de parentes, pois do assentamento até a estrada eram mais de 10 km em cima de um cavalo.<br />
Hoje a situação melhorou bastante, não se é preciso mais ir as escolas da cidade, foram criadas escolas nos povoados mais próximos, porém a pobreza continua, é impossivel produzir sem recursos, e o emprego de técnicas agricolas inadequadas só tem piorado a situação. Só prosperaram no assentamento aqueles que partiram para a retirada ilegal de madeira.</p>
<p>Obrigada a Pública pelo acesso a informação que a grande mídia não mostra.</p>
]]></content:encoded>
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